Livros e periódicos

 

PUBLICAÇÕES RELACIONADAS AO INSTITUTO ANA ROSA E À FAMÍLIA SOUZA QUEIROZ

 

 

ÁLBUM DE FAMÍLIA – Instituto Ana Rosa  (baixar)

 

Com prefácio de dom Carlos Eduardo Uchôa Fagundes Jr., OSB, a família Souza Queiroz é relembrada nessa obra através da biografia de seus patriarcas e das suas obras sociais, com destaque para o Instituto Ana Rosa, mantido pela “Associação Barão de Souza Queiroz de Proteção à Infância e à Juventude”. A família representa hoje a nona geração dos descendentes do brigadeiro Luiz Antônio e de seu filho Francisco Antônio de Souza Queiroz (barão de Souza Queiroz), fundador do Instituto. 58 páginas.

 

DICIONÁRIO DE FAMÍLIA AUMENTADO – Luiz Roberto de Souza Queiroz  (baixar)

Esse trabalho de pesquisa do jornalista Luiz Roberto de Souza Queiroz relaciona as principais personalidades ligadas à família Souza Queiroz e à história de São Paulo, desde suas origens em João Ramalho à sua descendência. Estão incluídos também os grandes temas e eventos históricos vividos por esses troncos paulistas tradicionais. A parte final da obra apresenta um anexo com a transcrição de diversos documentos de grande valor histórico para essas famílias. 333 páginas.

 

120 ANOS DEPOIS – Eugene Davenport  (baixar)

O professor de agronomia norte-americano Eugene Davenport produziu no final do século XIX um livro de memórias sobre o Brasil agrícola. A obra foi concluída no fim de sua vida, na década de 1930, mas essa viagem permaneceu inédita por 120 anos, conservada na Universidade de Illinois. Davenport foi convidado por Luiz Vicente de Souza Queiroz a vir ao Brasil em 1891. Em forma de diário, é um texto pitoresco sobre o que ele encontrou no tão estranho país tropical. O que torna o depoimento ímpar e valioso é a descrição detalhada de costumes, a visão sociológica do professor e o registro detalhado de fatos do dia a dia. 62 páginas

 

FRANCISCA MIQUELINA DE SOUZA QUEIROZ – Cláudio Fortes  (baixar)

Em sua obra, o pesquisador Cláudio Fortes trata, além de outras pessoas, de Francisca Miquelina de Souza Queiroz, irmã do barão Francisco Antônio de Souza Queiroz, fundador do Instituto Ana Rosa. Francisca Miquelina era oriunda de uma família abastada, cuja projeção foi consequência do pioneirismo de seu pai, o brigadeiro Luis Antonio de Sousa. Além da genealogia da família Souza Queiroz, a obra também inclui uma linha do tempo da cidade de São Paulo desde o século XVI. 65 páginas.

 

NO TEMPO DE DANTES –  Maria Paes de Barros  (baixar)

A obra é uma viagem no tempo e também uma declaração de amor por São Paulo. Em 1946 teve o prefácio de Monteiro Lobato e introdução de Caio Prado Junior. Lobato explica a grande originalidade da obra, escrita por uma alta dama paulista de 94 anos de idade, que traçou um quadro panorâmico do que os paulistas foram socialmente muitas décadas atrás, na reconstituição das ideias, dos costumes, dos preconceitos, dos brinquedos, dos passeios, das diversões, da mesa e de tudo o mais que formava a vida de uma família de alto estadão e severos princípios de moralidade. Caio Prado completa a biografia da autora, que nasceu em 1851, em São Paulo. Filha primogênita de uma família patriarcal de dez filhos e sobrinha do barão de Souza Queiroz, casou-se em 1868 com seu primo Antônio Paes de Barros. Agindo no terreno humanitário, conseguiu levantar uma soma apreciável para a fundação do Hospital Samaritano. Foi uma das diretoras da Maternidade de São Paulo e membro ativo da Igreja Presbiteriana Independente. 161 páginas.

 

PRESENTE, PASSADO E FUTURO – OS 125 ANOS DO INSTITUTO ANA ROSA  (baixar)

 

Em comemoração aos 125 anos de fundação do Instituto Ana Rosa, essa publicação reúne um conjunto completo de informações sobre esse empreendimento centenário, cujas ações nos campos social e educacional proporcionam melhores condições de vida, educação, proteção e segurança a crianças e jovens provenientes de famílias de baixa renda. O Instituto Dona Ana Rosa posiciona-se no terceiro setor como exemplo significativo de apoio à formação integral de crianças e jovens. A obra apresenta os programas, as instalações e os recursos humanos do Instituto, e reconstitui a história detalhada desse projeto familiar, iniciado por Francisco Antônio de Souza Queiroz, filho do brigadeiro Luiz Antônio. 120 páginas.